15 Julho 2009

O invejoso

Outro dia recebi um e-mail falando sobre o invejoso. É engraçado pensar no quanto as pessoas gostam de se preocupar com o que você faz, né? Uma das frases dizia que, enquanto alguém sai para trabalhar, a outra quer saber quanto esse alguém ganha.
Aliás, falando em ganhar, às vezes, me deparo com gente assim, que adora perguntar quanto eu ganho. Acho isso muito indiscreto. Recomenda-se responder: "Por que você quer saber?"
Quando não queremos responder determinada pergunta é o que devemos falar, para esse cidadão se tocar. Tive uma amizade, que graças a Deus não tenho mais, no qual a fulana sempre queria saber tudo sobre a minha vida. Quando me via com uma roupa, bota, ou qualquer coisa que eu tivesse comprado ou ganhado de alguém, lá vinha aquela perguntinha safada: "Quanto você pagou?" Poxa, pra quê tanta inveja de mim? Eu apenas trabalho para ter aquilo que gosto.
Certa vez, eu estava com uma jaqueta de couro e lá veio a pergunta: "Quanto você pagou?" Respondi: "Tanto". Eis que ela retruca: "Eu não teria coragem de pagar isso numa jaqueta". Então por que perguntou?! Alguém entende? hahaha.
Outra vez, essa eu até fiquei com vergonha, pois eu jamais perguntaria aquilo. A mesma pessoa entrou na casa de uma amiga comigo, e quando viu o tamanho do lugar, disse, espantada: "Nossa, fulana, quantos cômodos tem sua casa?" A minha amiga disse que nem sabia. Geralmente uma pessoa que veio de uma família com poder aquisitivo não se preocupa com esses pormenores. Ainda mais essa minha amiga, que é bem desencanada. Pode ser que para alguns isso não seja nada de mais, mas achei tão chato!!!
Eu quero deixar relatado aqui que quero distância de gente assim, pois não acrescentam nada na minha vida.
O que vocês acham?
Beijos e boa semana.

25 Março 2009

Quanto tempo!


Oi, pessoal, tudo bem? Faz tempo que não apareço por aqui, não é mesmo? Quase um ano...rsrs. Eu tava sem ânimo para escrever, mas já superei isso, graças a Deus. Meus amigos estavam cobrando que eu postasse algo.

Para começar, vou contar algumas novidades e também fazer alguns desabafos. O primeiro deles é uma pergunta bem chatinha de ouvir. Quem é casado sabe disso. Vocês imaginam qual seja? É aquela famosa pérola ou "clichê": e o filho quando vem? Puta perguntinha chata, hein!! Sabe, eu acho que as pessoas deviam se tocar antes de fazer perguntas desse tipo. E se você se depara com uma pessoa que não pode ter filho e não gosta de tocar no assunto porque se sente triste? Já pararam pra pensar nisso? Já ouvi algo a respeito, de perguntarem para alguém que não podia ter filhos. O pior é que quando isso acontece, as duas partes ficam sem graça.

Outra coisa que me deixa sem graça, porque sou uma pessoa simpática e educada é quando nós ligamos pra alguém e perguntamos: Oi, fulano, tudo bem? E a pessoa responde: Tudo....

Fica nisso, em vez de a pessoa dizer: tudo e você? Sinceramente, me sinto sem jeito porque tô pronta pra dizer como estou e fico sem ação quando não rola o "tudo...e você?". Entendem? Sei lá, é como se eu sentisse uma freada, ouvir o "tudo"... e ficar só nisso rsrs. Quando digo que sou educada é porque eu acho que perguntar como a pessoa está significa que se preocupa com ela e que você deixou uma boa impressão. Quando a gente fala com alguém por telefone, ela não está vendo como você está, por isso acho importante perguntar. Acho que tô meio chata, tô de TPM....hehe.

Sou uma pessoa exigente comigo mesma e, às vezes, com os outros também. Desde criança sempre fui exigente, principalmente com a língua portuguesa. Claro que não sou nenhum Pasquale da vida, mas entendo razoavelmente de gramática, entre outras coisas da nossa língua. Não sou assim porque sou jornalista, mas porque gosto e ainda tenho muito a aprender, sei disso. O fato é que, quem sabe que faço revisão de texto, sempre comenta: "Nossa, nem vou abrir a boca quando estiver perto de você". Imagina, gente...rsrs. Tudo bem que eu corrijo em minha cabeça quando leio algo, escuto alguém, mas não saio por aí corrigindo todo mundo. Eu corrijo quando a pessoa não se importa ou quando tenho intimidade, e quando faço isso, chamo de lado e digo, não saio falando em alto e bom som. Ninguém gosta de ser exposto, não é mesmo? Tenho um amigo jornalista que já me corrigiu e eu fiquei grata, acho que aceitar um erro é ser humilde. Disse a ele que sempre que perceber um erro meu, que me fale. Dessa forma vou aprender cada vez mais.

Pra terminar, vou contar um episódio que aconteceu comigo e meu marido no Shopping SP Market. Bom, nós temos um cachorro que adotamos há dois meses, o Bruce. Tem sido uma alegria muito grande em nossas vidas, eu amo cachorro e ele é um barato. Fomos ao shopping, passear com ele, mas antes de entrarmos vimos que era permitida a entrada de animais. Beleza. O mais engraçado é que parecia que éramos dois extraterrestres passeando com um tiranossauro rex, é mole? Sabe por quê? Porque todo mundo olhava espantado em ver o cachorro passeando naquele local.

Ouvimos todos os tipos de frases: "Nossa, um cachorro", dava vontade de responder: não, é um cavalo...francamente, né? Ou então: "virou moda agora", "que absurdo cachorro em shopping, era só o que faltava". Outros achavam bonito e tal. Não tinha um que passasse e não comentasse.

Bom, fiquei feliz com o sucesso que o Bruce fez...hahaha. E aos curiosos de plantão que dizem que eu devo arrumar um filho no lugar de cachorro, eu respondo: é muito fácil dizer às pessoas que tenham filhos, né? O difícil é criar, pois um filho dá mais trabalho que um cachorro. Vejo pela minha irmã que têm duas crianças. Eu adoro criança também e o filho virá na hora certa.

Um conselho: Na hora de virar os olhinhos, no rala e rola é bom, o ruim é não pensar nas consequências, se descuidar e vir um filho sem planejar. Pensem nisso.


Boa semana para todos!

03 Junho 2008

Meus 30 anos

Olá, meus amigos. Semana passada completei 30 aninhos. Ainda Estou me acostumando com a idéia. Não que eu tenha algum problema quanto a isso, mas uns dias atrás eu tinha 20, né?rsrs
Bom, em homenagem a este acontecimento, segue abaixo um texto muito interessante do Arnaldo Jabor. Aproveitem!!


A LINGUIÇA - Por Arnaldo Jabor

À medida que envelheço e convivo com outras, valorizo mais ainda as mulheres que estão acima dos 30. Elas não se importam com o que você pensa, mas se dispõem de coração se você tiver a intenção de conversar. Se ela não quer assistir ao jogo de futebol na tv, não fica à sua volta resmungando, pirraçando... Vai fazer alguma coisa que queira fazer... E geralmente é alguma coisa bem mais interessante. Ela se conhece o suficiente para saber quem é, o que e quem quer.

Elas definitivamente não ficam com quem não confiam. Mulheres se tornam psicanalistas quando envelhecem. Você nunca precisa confessar seus pecados... Elas sempre sabem...
Ficam lindas quando usam batom vermelho. O mesmo não acontece com mulheres mais jovens... Por que será, hein??

Mulheres mais velhas são diretas e honestas. Elas te dirão na cara se você for um idiota, caso esteja agindo como um! Você nunca precisa se preocupar onde se encaixa na vida dela. Basta agir como homem e o resto deixe que ela faça...

Sim, nós admiramos as mulheres com mais de 30 anos! Infelizmente isto não é recíproco, pois pra cada mulher com mais de 30 anos, estonteante, bonita, bem apanhada, sexy e resolvida, há um homem com mais de 30, careca, pançudo em bermudões amarelos, bancando o bobo para uma garota de 19 anos...

Senhoras, eu peço desculpas por eles: não sabem o que fazem!
Para todos os homens que dizem: 'Porque comprar a vaca, se você pode beber o leite de graça?', aqui está a novidade para vocês: Hoje em dia 80% das mulheres são contra o casamento e sabem por quê? Porque 'as mulheres perceberam que não vale a pena comprar um porco inteiro só para ter uma lingüiça!'

14 Maio 2008

Aniversário



Bom, pessoal, este mês farei 30 aninhos. Dia 31 tá chegando e estou estranhando muito completar essa idade. Nossa, um dia desses eu tinha 18, no outro tava entrando na faculdade. Bom, o que eu posso dizer é que consegui realizar a maior parte de meus sonhos, graças a Deus.

Algumas fatos aconteceram na minha vida um pouco tarde, mas aconteceram. Achava engraçado quando algumas colegas do curso de jornalismo me perguntavam se eu estava na minha segunda faculdade...rsrs. Eu respondia que não, que dependia apenas do meu salário para pagar as mensalidades, e que tive de esperar aparecer a oportunidade para cursar a universidade. Digo isso porque se Deus achar que ainda não está na hora para alguns acontecimentos se realizarem, não adianta espernear.

Eu tinha tanta fé que deu certo, mesmo que eu tenha entrado na faculdade aos 25 anos. Bom, este ano colei grau, peguei meu certificado e tirei o MTB (registro de jornalista). A sensação é a melhor do mundo, eu recomendo. Por mais que eu tenha escutado muitas vezes, de amigos já formados: "Ih, troca de curso, ainda dá tempo", eu não desisti e não me arrependo. E tem mais: faria tudo de novo, por mais que o mercado não seja aquilo que eu esperava.

Além disso tudo, encontrei um homem maravilhoso com o qual me casei em 2006 e estamos muito felizes. Depois de tanto me decepcionar, finalmente encontrei a pessoa certa. É uma experiência sensacional. O Giorgio (meu marido) é formado em publicidade, embora não exerça a função. Atualmente nós trabalhamos juntos fazendo revisão de textos. Ele também desenha super bem, é escritor e lançou dois livros com contos de terror. E não termina aí, ele faz tradução, já escreveu roteiro, enfim é um homem polivalente!! Dizem que sou lobista dele...hehehe. Sou suspeitíssima para dizer algo.

Nós dois temos os mesmos pensamentos, gostamos das mesmas coisas. Não concordo com quem diz que os opostos se atraem, acho que nos damos melhor com quem temos algo a compartilhar. O engraçado é que nós temos uma confiança tão grande um no outro que não sentimos ciúmes e entendemos o jeito de cada um. Tanto é que somos super amigos e até padrinhos de casamento de um ex-namorado meu. E todos nos entendemos muitíssimo bem: meu marido, meu ex-namorado, a esposa do meu ex-namorado e eu.

Para quem não conhecia minha vida pessoal, aqui está. Espero que tenham gostado. Beijos e boa semana.

20 Março 2008

Desconstruções

Olá, pessoal!

Recebi este texto por e-mail, não sei quem o criou, mas é maravilhoso e o que ele conta tem a ver com muitos relacionamentos existentes. Já aconteceu algo parecido comigo. Costumo dizer que quem me conhece tem de me aceitar do jeito que sou. Digo isso porque sou uma pessoa carinhosa, brincalhona e extrovertida, o que é mal interpretado por alguns. Procuro não criar nenhum personagem. Sou autêntica, por isso me comporto desta forma. Desde o começo do meu relacionamento com o meu marido, eu disse a ele como sou e, claro, ele também foi percebendo com o tempo.

Certa vez, um ex-namorado reclamou por eu ser assim, carinhosa com amigos, a ponto de abraçá-los. Inclusive, um amigo dele teria distorcido os fatos, vendo maldade em minha atitude e fazendo fofoca na minha ausência. Nunca fui atrás disso pra saber se era verdade, mas se o tal amigo realmente fez isso, eu lamento por ele.


É assim que me comporto com amigos e amigas, esse é o meu jeito, pois sou carinhosa. E pra ser sincera, não me importo com pessoas que não vejam isso como "carinho". Acho que se meu comportamento não está me prejudicando nem prejudicando ninguém vou continuar sendo eu mesma sempre.
Desconstruções
Quando a gente conhece uma pessoa, construímos uma imagem. A imagem tem a ver com as nossas expectativas e mais ainda com o que ela "vende" de si mesma. É pelo resultado disso tudo que nos apaixonamos. Se a pessoa for parecida com a imagem que projetou em nós, desfazer-se dela mais tarde, não será tão penoso.

Restará apenas a saudade, talvez uma pequena mágoa, mas nada que resista por muito tempo. No final, sobreviverão as boas lembranças. Mas se esta pessoa "inventou" um personagem e você acreditou, virá um processo mais lento: a de desconstrução daquilo que você achou que era real.

Desconstruindo Ana, desconstruindo Marcos, desconstruindo Carla. Milhares de pessoas vivem seus dias aparentemente numa boa, mas por dentro estão "desconstruindo ilusões". Tudo porque se apaixonaram, não por alguém autêntico. Ok, é natural que, numa aproximação, a gente "venda" mais nossas qualidades que defeitos.

Ninguém vai iniciar uma história dizendo: muito prazer, eu sou arrogante, preguiçoso e cleptomaníaco. Nada disso, essa é a hora de fazer charme. Uma vez o romance engatado, as defesas são postas de lado e a gente mostra quem realmente é - nossas gracinhas, manias e imperfeições. Isso se formos honestos. Os desonestos são aqueles que fabricam idéias e atitudes, até que um dia cansam da brincadeira, deixam cair a máscara e o outro fica ali, sem entender absolutamente nada.

Quem se apaixonou por uma mentira, tem que desconstruí-la para "desapaixonar". É um sufuco. Exige que você reconheça que foi seduzido por uma fantasia, que você é capaz de se deixar confundir, que o seu desejo é mais forte do que sua astúcia.

Significa encarar que alguém por quem você dedicou um sentimento bacana não chegou a existir, que tudo não passou de uma representação. Talvez até não tenha sido por mal, pode ser que esta pessoa nem conheça a si mesma, por isso ela se inventa.

Sorte quando a gente sabe com quem está lidando, mesmo que venha a desamá-lo um dia. Tudo o que foi construído se manterá de pé. Afinal, quando conhecemos uma pessoa, construímos uma imagem. Todos resistimos muito a aceitar que alguém que gostamos não é, e nem nunca foi, especial.

02 Janeiro 2008

Ai, quiquitem?


Este é o primeiro post do ano, e para mostrar um pouco mais do bom humor do meu marido, segue uma historinha que ele escreveu. Espero que gostem!


Desde a infância, Kiki e Sandrinha eram amigas inseparáveis. Brincavam, riam e choravam juntas; trocavam confidências. Bastou entrarem na adolescência para Kiki adquirir o péssimo hábito de usar gravata vermelha. Em outras palavras, acometer-se de incontinência verbal. Falando mais especificamente, adotar o costume de revelar informações sigilosas alheias. Popularmente dito: ficou com a língua comprida.
– Kiki, você contou pra sua mãe que minha mãe ficou grávida do padeiro?
– Contei.
– Pô, eu num falei que era pra guardar segredo? Sua mãe espalhou pra rua toda!
Pior não era pisar na bola. Pior eram as justificativas...
– Ai, quiquitem? Todo mundo ia saber! A barriga ia crescer, mesmo!
Também teve aquela vez, pelo telefone:
– Oi, Kiki, tudo bem? Eu e o George vamos assistir aquele filme de suspense, “Teia Enredada”. Quer vir com a gente?
– ‘Brigada, já assisti. O assassino é o avô da menina, que se disfarçava de mulher.
– §%$#∞, Kiki! Quem mandou contar o fim?
– Ai, quiquitem? Você ia acabar descobrindo, não ia?
E quanto mais passava o tempo, menos a língua de Kiki se agüentava dentro da boca:
– Kiki, você disse pro seu vizinho mafioso que o meu irmão tinha ido morar no interior?
– Disse.
– Caramba, quantas vezes eu disse pra você guardar segredo, que ele estava no serviço de proteção à testemunha?
– Ai, Sandrinha, quiquitem? A máfia ia encontrar ele, mesmo...! Sabe como a polícia federal é incompetente!
Essa característica fez Sandrinha romper com a amiga seis vezes. Kiki procurava, pedia desculpas e as duas reatavam. E nada de Kiki se emendar!
– Kiki, com ordem de quem você vendeu para outro país a fórmula do combustível ecológico que o meu pai descobriu?
– Ai, quiquitem? Seu pai não tem mesmo grana pra investir na produção...!
O tempo passou. Sandrinha foi trabalhar em um jornal famoso. Kiki abriu um salão de beleza. Graças ao aspecto fofoqueiro daquela mulher, os clientes só iam no máximo três vezes. Depois desapareciam. Kiki começou a passar necessidades.
Com pena da amiga, Sandrinha resolveu ajudar. Sua profissão a fazia conhecer muita gente importante e passou a indicá-las para o salão. Em pouco tempo, Kiki ficou conhecida como “a cabeleireira das celebridades”.
A história terminaria bem, se a mulher se emendasse.
– Kiki, por que diabos você foi avisar a NASA que meu primo estava escondendo um alienígena no sítio dele?
– Ai, quiquitem? Você como boa jornalista deveria saber melhor que ninguém que as pessoas têm o direito de saber tudo.
Aquilo foi a gota d’água.
– Boa jornalista, né? Tá bom.
Uma semana mais tarde, Sandrinha acordava de madrugada com a campainha do telefone. Kiki, é óbvio.
– Sandrinha, você contou pro meu marido que eu estou tendo um caso com o presidente da república?
– Ai, Kiki, quiquitem?... Você mesma disse que as pessoas têm o direito de saber de tudo, não disse?
– Disse, mas...
– Então! Ele foi o primeiro a saber. Antes de todo mundo. Assim fica mais fácil pra ele assimilar.
– “Antes de todo mundo”?
– É. Porque seu caso com o presidente vai sair amanhã, em todos os jornais...

26 Dezembro 2007

Retrospectiva


Nossa! Quanto tempo não postava em meu blog. Sumi devido a correria do meu TCC. Quem já passou por isso sabe como é.


O ano de 2007 foi um pouco difícil, mas claro, também aconteceram coisas legais. Passei por novas experiências, boas e ruins. Ganhei e desmanchei amizades. Foi um ano bem tumultuado. Resolvi deixar de lado pessoas e situações que não me faziam bem e nem acrescentavam nada na minha vida.


Hoje, posso dizer que, com relação a amizade, sei quem são meus verdadeiros amigos. A única coisa que me deixou um pouco chateada foi descobrir o quanto o ser humano, em geral, não assume seu erro, passa por ele despercebido e prefere jogar sua culpa no outro, sem ter a capacidade e humildade de assimilar e entender determinadas situações. Falo desta forma porque procuro ser verdadeira, embora saiba que também tenho defeitos.


Esse tipo de amizade eu dispenso e até me tornei mais cautelosa por conta disso. Meu marido costuma dizer que não gosta de pessoas muito, super, hiper, mega legais. E eu concordo plenamene com ele. Já me decepcionei tanto com gente assim! Prefiro do tipo "porra loca", "gente fina", "doido", com gente assim me dou bem porque também sou um pouco disso...hehe.


Como vocês podem perceber, 2007 foi o ano de peneirar as amizades. Por ela passaram....humm....deixa eu ver.......quatro amigos verdadeiros, todos leais e fiéis...rsrs. Poucos, né? Porém são os melhores!!


Algo de novo que aconteceu em 2007 foi a conclusão do meu curso em jornalismo. Isso mesmo, agora sou uma jornalista formada e feliz. Foi uma batalha, mas a minha luta valeu a pena e hoje estou muito orgulhosa por isso. Estou feliz pela aprovação, sinto saudade dos bons momentos que vivi durante os quatro anos de curso e me sinto com sensação de dever cumprido.


Já estou morrendo de saudade. Às vezes me pego chorando ao lembrar de tudo, desde a primeira amizade, baladas, risadas, amigos que saíram ou desistiram, fotos, churrasco até os últimos momentos de apresentação do TCC de cada grupo da minha sala. O choro preso na garganta é o que tenho agora.


Em resumo, este ano foi um pouco complicado, logo 2008 será tão bom que esquecerei de situações que não valem a pena.


Sucesso a todos, um super 2008 com muita alegria, esperança no coração, sentimento de conquista e logo mais, a vitória!! Viva a vida e os amigos do coração.